
As malas diretas ainda são um dos recursos mais utilizados por empresas que querem implementar ações de relacionamento com seus clientes (importante enfatizar, no entanto, que as malas diretas são apenas uma das ferramentas que podem compor uma estratégia mais completa).Esse canal de comunicação é tão antigo e já foi tão amplamente utilizado por empresas dos mais variados segmentos (às vezes até de maneira muito errada) que até hoje muitas pessoas o confundem com a própria definição de marketing direto. E apesar de já ter sido “ameaçada” pelo surgimento do e-mail marketing e de outras alternativas digitais, a boa e velha mala direta não só sobrevive como dá sinais de que ainda vai estar na praça por um bom tempo.
Dois estudos recentes dão conta da força desse instrumento de comunicação dirigida e da confiança depositada nele pelas empresas.
Uma das pesquisas, conduzida pela MarketingSherpa (organização especializada em estudos sobre marketing), e que ouviu cerca de mil companhias do segmento B2B, mostra que 22% delas considera as malas diretas “muito eficientes”, 57% “um tanto efecientes”, e 21% “ineficientes” (gráfico que ilustra esse post). Predominância esamagadora (79%) de considerações positivas, portanto.
O outro estudo, esse conduzido pela DMA (Direct Marketing Association), foca o ROI (return over investiment) de diversas ações de marketing direto, entre eles as malas diretas. De acordo com os estudos da DMA, em 2010 cada $1 investido em malas diretas resultou em $12,57 em vendas. A mesma pesquisa ainda mostra que, de acordo com previsões, em 2014 cada $1 investido será convertido em $12,61!
Ou seja: a mala direta não apenas está “segurando as pontas”. Ela prospera! Em um próximo post investigaremos os motivos disso. Por hora, use a mala direta com sabedoria. Na dúvida, consulte um profissional.







